Psicóloga Marina S. Rodrigues Almeida Consultório de Psicologia
Psicoterapeuta de crianças, adolescentes, adultos e casais. Realizo assessoria a escola, grupos de estudos e supervisão para profissionais, baseando-me em Teorias Psicanalíticas.
segunda-feira, 19 de março de 2012
NOVO EMAIL MARINA ALMEIDA - INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL
terça-feira, 6 de março de 2012
INCLUSÃO: VOCÊ ESTÁ PREPARADO?
Tente responder às questões abaixo e avalie se você é um educador ou uma educadora "preparada" para a inclusão.Marina Almeida - Consultora em Educação Inclusiva, Psicóloga e Psicopedagoga.
Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga, Pedagoga e Psicopedagoga
INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
COMO OS PAIS E PROFESSORES PODEM CONVERSAR SOBRE ASSUNTOS DIFÍCIES COM AS CRIANÇAS

Marina S. Rodrigues Almeida
Psicóloga, Psicopedagoga e Consultora em Ed. Inclusiva
Instituto Inclusão Brasil
contato@institutoinclusaobrasil.com.br
Descubra como conversar sobre diversos assuntos com as crianças . Separei por faixa etária como se deve conversar com as crianças sobre assuntos polêmicos como: morte, separação dos pais, doença por parte da criança ou de algum parente e como apoiar a criança nos momentos difíceis.
Do nascimento até os 3 anos:
A percepção da criança: o bebê ou a criança percebe ou sente quando há a sua volta excitação, tristeza, ansiedade; percebe quando falta uma pessoa significativa ou a presença de pessoas novas ou estranhas ao ambiente familiar, porém ainda não possui recursos para compreender a morte, mas absorve as emoções daqueles que o rodeiam e pode mostrar sinais de irritabilidade, mudanças nos seus hábitos alimentares ou sono. Às vezes, se já adquiriu o controle dos esfíncteres, pode haver uma recaída e a criança pode fazer xixí ou cocô na cueca ou na calcinha. Depende muito da comunicação não verbal, do cuidado físico, do afeto e precisa ser reassegurado.
O tipo de apóio que pode ser oferecido é de manter as rotinas e a estrutura familiar sempre que possível. Se por alguma razão seus pais precisam se afastar, é importante escolher uma babá ou alguém da família que seja afetivo e que possa oferecer contato físico. Esclarecer sempre que possível a razão pela qual os pais estão tristes e porque as pessoas choram.
Se ele freqüenta o maternal, os professores podem e devem orientar os pais, fazendo uma reunião com todos explicando o processo de elaboração do luto das crianças. Também podem falar para os coleguinhas sobre o momento que a criança está passando.
Dos 3 aos 6 anos:
A percepção da criança: A criança acha que a morte é reversível, temporária, que a pessoa que faleceu voltará a qualquer momento. Nesta fase a criança é regida pelo que denominamos o pensamento mágico e egocêntrico: ela pensa que suas ações, sentimentos ou palavras são como varinhas de condom. As crianças dessa faixa etária, acreditam que a morte pode ser vista como um castigo devido a um mau comportamento.
A criança sente o impacto das emoções dos seus pais e irmãos; e freqüentemente o não dito o afeta provocando regressões, como fazer xixí na cama, chupar o dedo, segurar um paninho, etc.
Geralmente nessa etária os filhos têm dificuldade de expressar seus sentimentos verbalmente e conseqüentemente o faz através de ação; pode ficar mais agressivo, irritado ou impaciente quando brinca.
Perguntará as mesmas perguntas sobre o desaparecimento da pessoa muitas vezes, pois ele está se esforçando para adquirir recursos para compreender o conceito de morte, de perda. Pode exibir tristeza em alguns momentos; também sintomas somáticos, constipação, dor de barriga e irritações na pele. Também pode demonstrar uma intensificação da sua necessidade de contato físico, mesmo de pessoas estranhas. Às vezes associa fatos quem não tem relação; ou pode mostrar ansiedade se pensa que a pessoa que morreu pode voltar como um “fantasma”.
É importante oferecer oportunidades para que a criança possa desenhar ou pintar e expressar seus afetos, também de ler livros sobre histórias que falem da morte ou de perda de algum personagem ou herói.
Ajudar a criança a identificar o que está sentindo, traz conforto para ela e também a ajuda a expressar seus sentimentos através da fala. É fundamental ser honesto e admitir que às vezes não tenhamos resposta para certas perguntas.
Na escola, os professores podem tocar no assunto, e explicar aos coleguinhas que a criança está passando por um momento triste, que precisa de cooperação e paciência. Podem ser realizadas reuniões com os pais para esclarecimento de condutas/comportamentos. É importante explicar os fatos de forma concreta, não utilizar eufemismos e dar esclarecimentos sobre a realidade física da morte confrontando-a com seu pensamento mágico, suavemente. Os pais precisam verificar que a criança não se sinta responsável pela morte e precisam ser pacientes com os comportamentos regressivos ou infantis que ela possa apresentar. A criança tentará imitar as atitudes dos pais em relação como lidam com a perda, a dor, o sofrimento. Então é importante evitar os clichês, como “você pelo menos tem outro irmão” ,”Sempre podemos comprar outro animal de estimação”, pois eles revelam uma atitude muito “prática” de tentar apagar ou que aconteceu e substituir com um outro prazer “tampando” a emoção. Dizer que a “mãe foi dormir”, ou “Deus levou a vovó”, pode confundir a criança são sugestões que podem ser evitadas.
Dos 6 aos 9 anos:
A percepção da criança: Algumas crianças começam a entender as causas objetivas da morte, algumas ainda não. Ainda podem ver a morte como um espírito que vem para levar a pessoa; pode pensar que a morte é contagiosa e ela pode morrer também. A criança se seduz por o tema de mutilação e mostra curiosidade em relação ao aspecto do corpo morto.
Pode associar a morte com violência, devido a isto freqüentemente pergunta “Quem o matou”? Cria categorias em relação a quem pode morrer: os mais velhos e os que apresentam deficiências.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
BOAS FESTAS - ORAÇÃO PARA NOITE DE NATAL

Agradecemos nosso vínculo solidário a todos os amigos, profissionais, pais, estudantes e companheiros pela jornada de 2011 que está findando. Desejamos a todos muita luz, paz, harmonia em seus lares, sucesso nas atividades profissionais, acima de tudo com muito amor no coração, esperança em um mundo melhor e fé em Deus. Porque sem estes ingredientes não vamos a lugar algum!
ORAÇÃO PARA NOITE DE NATAL
QUE NESTA NOITE EM QUE É NATAL POSSAMOS ESTAR EM RELIGAÇÃO COM O UNIVERSO.
EMBORA NEM TODOS ACREDITEM EM ALGUÉM QUE TENHA VINDO AO MUNDO PARA SALVAR – NOS, ACREDITEMOS QUE ELE TENHA SIDO UM HUMANO LOUCO.
CAPAZ DE MORRER NA CRUZ EM NOME DE SEU SONHO.
QUE ESTE GESTO NOS FAÇA SONHAR E LEMBRAR SEMPRE QUE SEM SONHO NÃO HÁ VIDA; SEM SONHO, O AMOR DEMORA A FLORESCER;
SEM SONHO O ENCANTAMENTO DÁ VAZÃO AO OUTRO LADO DO HUMANO. QUE O NATAL POSSA REPRESENTAR NASCIMENTO, RENOVAÇÃO.
NATAL PARA BROTAR.
BROTOS DE TODAS AS EMOÇÕES QUE NÃO RENOVAMOS COTIDIANAMENTE POR FALTA DE PRIMAVERA.
TEMOS A DÁDIVA DE SERMOS CAPAZES DE BROTAR SIMPLESMENTE, SEM ÉPOCA CERTA, SEM A NECESSIDADE DE UMA MÃO QUE FAÇA A PODA, SEM ÁGUA QUE NOS REGUE. EMBORA COM ELAS SEJAMOS MAIS RÁPIDOS. OS ELEMENTOS TODOS, TEMOS INTERNAMENTE A DAR AO ESPÍRITO, À ALMA.
AS VERDADEIRAS RAÍZES DO SER HUMANO.
QUE NÃO ESQUEÇAMOS DE QUEM NÃO ESTÁ MAIS CONOSCO EM CARNE E OSSO, MAS QUE JAMAIS ESTARÁ LONGE, SE EM NOSSO PEITO LHE OFERTARMOS ESPAÇO.
QUE NÃO ESQUEÇAMOS DOS QUE ESTÃO PERTO, AINDA QUE NÃO LEMBREMOS, POR ESTAREM TÃO PERTO.
QUE NÃO DEIXEMOS DE ACREDITAR NA NÃO VIOLÊNCIA, AINDA QUE ELA NOS VENHA COMO RESPOSTA.
QUE TENHAMOS SABEDORIA PARA RESPONDER COM AFETO, SEM MEDO DE PARECERMOS FRACOS E VIS.
QUE CADA HOMEM ACREDITE EM SEU POTENCIAL E TENTE HUMANIZAR AQUELES QUE AINDA NÃO ENTENDEM ISSO OU QUE DESISTIRAM.
AFINAL, SEMPRE É TEMPO DE RETOMAR DE ONDE PARAMOS OU TEMPO DE COMEÇAR DE NOVO.
QUE A DATA QUE NOS UNE, NÃO TENHA QUE SER SOMENTE PARA TROCAR PRESENTES. QUE OS MAIORES PRESENTES SEJAM OS ELOS, AS LIGAÇÕES, OS ENCONTROS, PORQUE SEJA COMO FOR, SÃO ÚNICOS. QUE OS DESCONHECIDOS TAMBÉM SEJAM QUERIDOS PELA SUA CONDIÇÃO DE IGUAIS.
QUE OS BANDIDOS NÃO SEJAM JULGADOS POR TODOS, MAS PELA LEI QUE REGE A NÓS TODOS.
SE A LEI NÃO FOR JUSTA, QUE BUSQUEMOS COM CORAGEM SUA MUDANÇA.
QUE TODOS OS ANIMAIS E AVES POSSAM TER DIREITO À VIDA POR SEREM CRIATURAS, QUE POSSAM SER CUIDADAS E RESPEITADAS COMO ELEMENTOS, PARTES DA NATUREZA, SEM AS QUAIS O HOMEM NÃO TERIA A MESMA EMOÇÃO.
QUE AS PLANTAS E ÁRVORES DÊEM FLORES E FRUTOS, OSTENTEM SUA BELEZA E SEJAM PRESERVADAS PELO HOMEM COMO ESSÊNCIA DA VIDA.
QUE OS VENTOS NOS SOPREM A FAVOR, QUE AS ÁGUAS NOS TIREM A SEDE E NOS PERMITAM INTERAÇÃO.
QUE NESTE NATAL NÃO ESQUEÇAMOS DE NINGUÉM, DE NADA, QUE COMO NUMA CORRENTE, EMANEMOS A CALMA E A PAZ QUE MERECEMOS.
QUE APÓS ISSO, TENHAMOS MUDADO O MUNDO!!!! QUE TENHAMOS TANTO NO CORAÇÃO QUE SÓ NOS RESTE DOAR O EXCEDENTE, DERRAMANDO AMOR VIDA AFORA!!!! E UM FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!
Com carinho, Marina S. Rodrigues Almeida
terça-feira, 13 de setembro de 2011
LISTA DE PALESTRAS E CURSOS MINISTRADOS POR MARINA ALMEIDA
Os temas poderão ser desenvolvidos em formato de palestra com duração de 2hs e ou cursos com duração de até 40hs.
Ligue para nós e faça um orçamento:
(13) 34663504 ou (13) 30191443
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1. A FAMÍLIA E A ESCOLA COMO PARCEIROS
Desenvolvimento do tema:
A família como sistema humano é composta por pessoas que possuem potenciais e possibilidades à espera de realização. São dotados de talentos e dons, em permanente estado de manifestação. Criam a própria vida com base em crenças que são produto da síntese e redefinição do passado com a ante-visão consciente e inconsciente do futuro. Somos todos responsáveis por nossa vida e capazes de modificá-la quando quisermos.
Perante a criatividade somos todos iguais: empreendemos, divergimos, inventamos, experimentamos, criamos, administramos, modificamos, aperfeiçoamos, lideramos, inovamos, compartilhamos, trocamos semelhanças e diferenças.
Pensar em inclusão, família e educação saudáveis é poder conjugar todos esses verbos, poder realizar todas essas ações, poder sentir todas essas emoções.
2. ACESSO E PERMANÊNCIA COM SUCESSO NA ESCOLA: A AVALIAÇÃO ESCOLAR DO ALUNO
Desenvolvimento do tema:
Visão atual da escola e seus resultados
Ciclo da Invisibilidade
Qualidade x quantidade
O ensino inclusivo envolve abordagem na aprendizagem centralizada na relação com a criança e o papel do professor será de mediador da aprendizagem.
Estas abordagens têm como base o modelo social, filosófico humanístico, libertário e emancipador, dando o reconhecimento de que cada criança aprende e desenvolve de maneira diferente e a níveis diferentes, procurando criar ambientes de aprendizagem que respondam às necessidades de cada criança, inclusive das crianças com deficiência, portanto falamos de Pedagogias Progressistas (Freire, Pacheco, Morin, Freinet).
Currículo: Modelo Ecológico e Sócio Cultural
Adaptação Curricular
Formas de Avaliação
3. ALFABETIZAÇÃO EMOCIONAL
Desenvolvimento do tema:
Conceito e aplicabilidade da inteligência emocional segundo Daniel Goleman.
Percepção é um fenômeno que aprendemos. Isso implica dizer que a apreensão do mundo em que vivemos inclusive a experiência do nosso corpo, é totalmente relacionada à maneira como aprendemos a percebê-los.
Criamos a nós mesmos, momento a momento, a partir de como nos vinculamos conosco, com as pessoas, com as informações, circunstâncias e eventos.
Compromisso com o que podemos chamar de ciência do Eu, cujos principais componentes são entre outros: a autoconsciência (capacidade de observar-se e reconhecer os próprios sentimentos, formar um vocabulário para eles, bem como saber a relação entre eles, os pensamentos e as reações decorrentes).
4. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
Desenvolvimento do tema:
Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008)
Conceito: é um serviço da educação especial que [...] identifica, elabora, e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas (SEESP/MEC, 2008).
O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno, visando a sua autonomia na escola e fora dela, constituindo oferta obrigatória pelos sistemas de ensino.
O AEE não se confunde com reforço escolar. Esse atendimento tem funções próprias do ensino especial, as quais não se destinam a substituir o ensino comum e nem mesmo a fazer adaptações aos currículos, às avaliações de desempenho e outros.
Alunos com deficiência: aqueles com impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual ou sensorial que podem ter obstruída/dificultada sua participação plena e efetiva na sociedade diante de barreiras que esta lhes impõem, ao interagirem em igualdade de condições com as demais pessoas (ONU, 2006).
Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicose infantil) e transtornos invasivos sem outra especificação (MEC/SEESP, 2008).
Alunos com altas habilidades/superdotação: estes alunos devem ter a oportunidade de participar de atividades de enriquecimento curricular desenvolvidas no âmbito de suas escolas em interface com as instituições de ensino superior, institutos voltados ao desenvolvimento e promoção da pesquisa, das artes, dos esportes, entre outros.
O que faz o AEE? Quando? Quem realiza? Onde e Como? Quais as produções de materiais?
5. CAMINHOS PARA INCLUSÃO HUMANA
Desenvolvimento do tema:
Estamos vivendo um tempo de crise global, em que os velhos paradigmas da modernidade estão sendo contestados e em que o conhecimento, matéria prima da educação escolar, está passando por uma re-interpretação.
A inclusão é parte dessa contestação e implica na mudança do paradigma educacional atual, para que se encaixe no mapa da educação escolar que precisamos retraçar.
As diferenças culturais, sociais, étnicas, religiosas, de gênero, enfim, a diversidade humana está sendo cada vez mais desvelada e destacada e é condição imprescindível para se entender como aprendemos, e como entendemos o mundo e a nós mesmos.
O modelo educacional já mostra sinais de esgotamento e no vazio de idéias, que acompanha a crise paradigmática, surge o momento oportuno das transformações.
As interfaces e conexões que se formam entre saberes outrora isolados e partidos e os encontros da subjetividade humana com o cotidiano, o social, o cultural apontam para um paradigma do conhecimento, que emerge de redes cada vez mais complexas de relações, geradas pela velocidade das comunicações e informações. As fronteiras das disciplinas estão se rompendo, estabelecendo novos marcos de compreensão entre as pessoas e do mundo em que vivemos.
Diante dessas novidades, a escola não pode continuar ignorando o que acontece ao seu redor, anulando e marginalizando as diferenças nos processos por meio do qual forma e instrui os alunos. E muito menos desconhecer que aprender implica em saber expressar, dos mais variados modos, o que sabemos, implica em representar o mundo, a partir de nossas origens, valores, sentimentos.
6. CURRÍCULO FUNCIONAL NATURAL
Desenvolvimento do tema:
Histórico do Currículo Funcional Natural baseado no Instituto Ann Sullivan, Peru.
Conceitos atuais sobre deficiência intelectual e autismo
Definição do Currículo Funcional Natural: é uma proposta de ensino que visa à melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência intelectual. De um modo geral, trata-se de um amplo empreendimento de ensino projetado para oferecer oportunidades para os alunos aprenderem, as habilidades que são importantes para torná-los independentes, competentes, produtivos e felizes em diversas áreas importantes da vida, familiar e em comunidade.
A idéia básica é que o ensino esteja orientado para promover a interação positiva desse aluno com o meio em que vive.
Aplicabilidade do Currículo Funcional Natural
O uso da CIF – Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde
Currículo Funcional é aquele que facilita o desenvolvimento de habilidades essenciais, a participação em uma grande variedade de ambientes integrados.
Escola de Pais
7. DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM OU DIFICULDADES DE ENSINAGEM?
Desenvolvimento do tema:
A principal meta da educação, segundo Piaget é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo o que a elas se propõe.
Segundo Paulo Freire, ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua produção, o que deve envolver o exercício crítico da capacidade de aprender à construção da passagem da curiosidade ingênua para a curiosidade epistemológica.
Segundo Vygotsky o homem é sujeito histórico. Os processos de desenvolvimento e aprendizagem não são coincidentes.
O desenvolvimento é impulsionado pelo bom aprendizado, mediado pelo outro e pela cultura: zona de desenvolvimento proximal e interação social.
O funcionamento psicológico é fundamentado em relações histórico-sociais.
8. EDUCAÇÃO INCLUSIVA E POLÍTICAS PÚBLICAS
Desenvolvimento do tema:
A sociedade inclusiva é aquela onde o modelo das relações subverte essa lógica. Pretende, em primeiro lugar, estabelecer ligações cognitivas entre as pessoas e seus ambientes, para que adquiram e desenvolvam estratégias para resolver problemas da vida cotidiana e que se preparem para aproveitar as oportunidades que a vida lhes ofereça. Às vezes, essas oportunidades lhes serão dadas, mas, na maioria das vezes, terão que ser construídas e, nessa construção, as pessoas com deficiência têm que participar ativamente - o que é mais um ponto significativo da declaração que propõe a participação das próprias pessoas com deficiência na construção de políticas públicas.
9. EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Desenvolvimento do tema:
Conceito de Educação Inclusiva: constitui um paradigma fundamentado nos direitos humanos; conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis; convida a escola e a sociedade a criar alternativas para superação da exclusão; implica em uma mudança estrutural e cultural da escola comum para que esta receba todos os alunos.
A cultura da diversidade vai nos permitir construir uma sociedade de qualidade, relacionamentos interpessoais de qualidade e profissionais de qualidade. Todos terão de aprender a "ensinar a aprender".
A cultura da diversidade é um processo de aprendizagem permanente, onde TODOS deveram aprender a compartilhar novos significados e novos comportamentos de relações entre as pessoas. A cultura da diversidade é uma nova maneira de viver que parte do respeito à diversidade como valor.
Desenvolvimento na realidade atual
Intervenções na escola: estrutura e funcionamento
10. EMPREGABILIDADE DA PESSOA COM SÍNDROME DE DOWN: LEI DO APRENDIZ E LEI DE COTAS
Desenvolvimento do tema:
A formação técnico-profissional de adolescentes e jovens amplia as possibilidades de inserção no mercado de trabalho e torna mais promissor o futuro da nova geração.
O empresário, por sua vez, além de formar um trabalhador de acordo com o perfil de que sua empresa precisa, passa contar com jovens cientes da grande oportunidade que conseguiram para deslanchar sua carreira profissional. Mais que isso, a aprendizagem é um importante fator de promoção da cidadania.
O processo de exclusão historicamente imposto às pessoas com deficiência deve ser superado por intermédio da implementação de políticas afirmativas e pela conscientização da sociedade acerca das potencialidades desses indivíduos.
O que é trabalhar?
Lei do Aprendiz : Regulamentada pelo Decreto nº 5.598/05, essa lei proporciona à juventude Brasileira de 14 a 24 os conhecimentos teóricos e práticos necessários ao desempenho de uma profissão.
Quem é o aprendiz?
Como contratar o aprendiz?
A cota de aprendiz nas empresas
Escolas Qualificadas
Diretrizes Institucionais referente as pessoas com deficiência
Reserva Legal de Cargos ou Lei de Cotas, art. 93 da Lei nº. 8.213/91
Quem é a pessoa com deficiência
Ciclo de Invisibilidade
Resistência da empregabilidade das pessoas com deficiência
Desafios para inclusão no mercado de trabalho
Emprego com Apoio para pessoas com deficiência intelectual
Vantagens de empregar pessoas com deficiência
Tipos de emprego para pessoas com deficiência intelectual
11. ESCOLA DA PONTE: UM PROJETO ESCOLAR PARA A VIDA
Desenvolvimento do tema:
Histórico da Escola da Ponte de Portugal: um exemplo de 30 anos de consolidação do projeto político pedagógico com sucesso.
Projeto Educativo humanista, comprometido com a inclusão social e a formação na cidadania.
Estrutura e funcionamento da escola
Objetivos da Escola da Ponte
Diversificar as aprendizagens tendo por referência uma política de direitos humanos que garanta as mesmas oportunidades educacionais e de realização pessoal para todos;
Promover a autonomia e a solidariedade;
Operar transformações nas estruturas de comunicação, e intensificar a colaboração entre instituições e agentes educativos.
Dispositivos de Funcionamento: intervenções diretas e indiretas
12. INCLUSÃO DO ALUNO COM AUTISMO OU SÍNDROME DE ASPERGER
Desenvolvimento do tema:
Conceito: o autismo é uma doença grave, crônica, incapacitante que compromete o desenvolvimento normal de uma criança e se manifesta tipicamente antes do terceiro ano de vida. Caracteriza-se por lesar e diminuir o ritmo do desenvolvimento psiconeurológico, social e lingüístico. Apresentando desvios significativos na comunicação, socialização e imaginação chamada assim da tríade autística.
Estas crianças também apresentam reações anormais a sensações diversas como ouvir, ver, tocar, sentir, equilibrar e degustar. A linguagem é atrasada ou não se manifesta. Relacionam-se com pessoas, objetos ou eventos de uma maneira não usual, tudo levando a crer que haja um comprometimento orgânico do Sistema Nervoso Central e Bases Genéticas ainda não esclarecidas.
Incidência
Causas
Teorias atuais de intervenção nos transtornos invasivos do desenvolvimento
Classificação
Intervenções medicamentosas
Intervenções terapêuticas
Compreendendo como o aluno com autismo e ou síndrome de Asperger aprendem
Atividades práticas em sala de aula
Orientação a pais e professores
13. INCLUSÃO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
Desenvolvimento do tema:
Conceito: a deficiência intelectual vê cada indivíduo de forma global e funcional, o que significa transpor o conjunto de condições apresentado por ele para a sua interação com o ambiente em que se encontra. Esta nova abordagem tem como base as práticas e concepções daqueles cuja atividade ou vida diária está diretamente vinculada à deficiência intelectual: os profissionais, os pais, amigos e os próprios deficientes.
A deficiência intelectual não é uma característica absoluta, cujo funcionamento intelectual é limitado, mas sim uma expressão de sua interação com ambientes sem mecanismos adequados de apoio que lhes possibilitem explorar plenamente suas potencialidades.
Causas
Incidência
Intervenções terapêuticas
Compreendendo como o aluno com deficiência intelectual aprende
Atividades práticas em sala de aula
Orientação a pais e professores
14. INCLUSÃO DO ALUNO COM DISLEXIA
Desenvolvimento do tema:
Conceito: é uma dificuldade que ocorre no processo da leitura, escrita, soletração e ortografia. Não é uma doença, mas um distúrbio com uma série de características. Torna- se evidente na época da alfabetização, embora alguns sintomas já estejam presentes em fases anteriores. Apesar de instrução convencional, adequada inteligência e oportunidade sociocultural e ausência de distúrbios cognitivos fundamentais, a criança falha no processo de aquisição da linguagem. A dislexia independe de causas intelectuais, emocionais e culturais.
Causa
Incidência
Classificação
Intervenções terapêuticas
Compreendendo como aluno com dislexia aprende
Atividades práticas em sala de aula
Orientação a pais e professores
15. INCLUSÃO DO ALUNO COM HIPERATIVIDADE E DÉFICIT DE ATENÇÃO CONCENTRAÇÃO
A adoção do termo perturbação por déficit de atenção com hiperatividade resulta da pesquisa científica mais atualizada e de importantes investigações de campo. Com efeito, os cientistas dispõem de evidências que confirmam que a hiperatividade não é uma perturbação específica com variações diferentes. Na sequência dessas evidências, a hiperatividade divide-se em três subtipos, consoante as principais características associadas à perturbação: falta de atenção, impulsividade e hiperatividade.
Causa
Incidência
Classificação
Interações medicamentosas
Intervenções terapêuticas
Compreendendo como aluno com hiperatividade e ou com déficit de atenção concentração aprendem
Atividades práticas em sala de aula
Orientação a pais e professores
16. INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E ESTILOS DE APRENDIZAGEM: AS DIVERSAS FORMAS DE APRENDER E DE ENSINAR
Desenvolvimento do tema:
Conceito e aplicabilidade das inteligências múltiplas segundo Gardner.
Conhecendo os estilos de aprendizagem
O compromisso da educação é com a formação e não com a informação.
A verdadeira didática ativa é aquela que ensina a aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver, ou seja, que tem como tarefa o processo de modificar atitudes para com os comportamentos de aprender.
Unem-se, portanto, a função formativa (atitude de aprender a aprender) com a função informativa (comportamento de acumular informações).
Educar através das inteligências múltiplas é utilizar-se de múltiplas linguagens, do mais simples para o mais complexo, do eu para o mundo, da ação concreta mais próxima para a abstração mais distante, e de atitudes contínuas de reciclagem do saber, procurando conhecer como conhecemos, aprender como percebemos e construímos realidades, é o pleno exercício de todas as “inteligências”, da inclusão da teoria para a prática.
17. OLHARES E MODOS DE VER: INCLUSÃO RETÓRICA OU REALIDADE?
O ensino curricular isola, separa os conhecimentos, ao invés de reconhecer as suas inter-relações.
Contrariamente, o conhecimento evolui por recomposição, contextualização e integração de saberes, em redes de entendimento, não reduz o complexo ao simples, tornando maior a capacidade de avaliar e de apreender o caráter multidimensional dos problemas e de suas soluções.
Os sistemas escolares também estão montados a partir de um pensamento que recorta a realidade, que permite subdividir os alunos em "normais" e com deficiência.
Ignora o subjetivo, o afetivo, o criador, sem os quais não conseguimos romper com o velho modelo escolar, para produzir a reviravolta que a inclusão impõe.
Essa reviravolta exige, das instituições escolares, a extinção das categorizações e das oposições excludentes - iguais/diferentes, normais/deficientes - e em nível pessoal, que busquemos articulação, flexibilidade, interdependência entre as partes que se conflitavam nos nossos pensamentos, ações, sentimentos. Essas atitudes diferem muito das que são típicas das escolas tradicionais em que ainda atuamos e em que fomos formados para ensinar.
18. PLANO INDIVIDUAL DE ENSINO
Desenvolvimento do tema:
Objetivos de um Plano Individual de Ensino:
Proporcionar atividades educativas e indicar estratégias aos educadores para o desenvolvimento de habilidades funcionais e conhecimentos que serão importantes para tornar a pessoa com deficiência intelectual independente e produtiva, conforme suas possibilidades na sua vida escolar, familiar e social.
• Educar, ensinar e instruir para a vida prática, proporcionando o desenvolvimento de comportamento e atitude adequados para o convívio social.
Oportunizando a vivência das tarefas do cotidiano no ambiente escolar, denominadas AVPs (Atividades de Vida Diária) e AVDs (Atividades de Vida Prática) melhorando assim a sua qualidade de vida.
Aplicabilidade
Rotinas
Estruturação
Portfólio do Aluno
Como criar atividades diárias e pedagógicas
19. PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL: UMA LEITURA E COMPREENSÃO DA INTERVENÇÃO ESCOLAR
Desenvolvimento do tema:
O papel do Psicopedagogo numa instituição consiste em diagnosticar através de um processo investigativo, as causas que podem estar impedindo o curso regular da aprendizagem institucional, a circulação do conhecimento, o papel das lideranças e dos liderados, bem como os motivos que podem levar ao insucesso organizacional.
O Psicopedagogo faz sua intervenção a partir da história da organização e de suas características atuais. Nesta perspectiva, a contribuição da Psicopedagogia é empenhar-se em levar a instituição à vivência que permita aos personagens (funcionários) desse cotidiano dar-se conta da importância do seu trabalho para a manutenção da saúde e sobrevivência organizacional, atuando diretamente nas relações de aprendizagem.
Sugestões de intervenções e dinâmicas de grupo.
20. RELAÇÕES INSTITUCIONAIS: A ESCOLA, O ALUNO E A FAMÍLIA
Temos de pensar em inclusão, família e escola pelo princípio da não exclusão, isto é, pensarmos em sistemas intera gentes por intermédio de processos cujos princípios de convergência (vinculação, união) e complementaridade (respeito pelas diferenças) estejam estabelecidos.
Compreender os papéis de cada um.
As relações e redes de apoio
21. RODA DE CONVERSA: UM INSTRUMENTO PARA INCLUSÃO DE PAIS E PROFISSIONAIS
Desenvolvimento do tema:
A proposta da Roda de Conversa é um instrumento de aquecimento e fortalecimento das relações humanas, na construção de redes de apoio sociais, em um mundo cada vez mais individualista, privatizado e conflitivo. É um momento de transformação, no qual cada um reorganiza seu discurso e resignifica sua prática quer seja familiar, da instituição escolar ou no contexto social, dando origem a uma nova leitura da diversidade humana.
Foi criado em 21 de maio de 2007, por iniciativa da Profa. Marina Almeida e Prof. José Pacheco. Iniciou-se como um dispositivo da Fundação Síndrome de Down para acolhida aos pais que tinham filhos com deficiência, escolas públicas municipais/estaduais e escolas privadas que tinham crianças e jovens com deficiência.
O Projeto “Roda de Conversa” é um catalisador de redes de apoio, disparador de mudanças de atitudes inclusivas e fomentar ações solidárias na educação que pode ser adaptado a outras realidades escolares e institucionais.
22. SELF ADVOCACY OU AUTO-DEFENSORIA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: AS VOZES SAINDO DO SILÊNCIO:
Desenvolvimento do tema:
Conceito: Os termos auto-defensoria (self-advocacy) e auto-gestores referem-se ao processo de autonomia e participação de pessoas com deficiências, na medida em que se engajam pessoalmente na luta pela defesa de seus direitos, tomando suas próprias decisões a respeito de suas vidas, reivindicando voz e espaço para expressar suas idéias, desejos, expectativas e necessidades.
Auto-defensoria é ao mesmo tempo uma filosofia, um movimento político e um programa de suporte psicoeducacional.
PUBERDADE, ADOLESCÊNCIA E IDENTIDADE ADULTA: A questão circunscrever-se em como as pessoas com deficiência intelectual poderão construir sua identidade adulta?
A noção de que indivíduos com deficiência intelectual possam “falar por si” ou seja ter VOZ e “tomar suas próprias decisões” nem sequer faz parte do universo conceitual da maioria das pessoas, sejam elas leigas, familiares ou profissionais, e, infelizmente, isso não existe muito menos, no imaginário dos próprios indivíduos com deficiência intelectual.
23. SEXUALIDADE DA PESSOA COM AUTISMO
Desenvolvimento do tema:
A sexualidade é parte integrante de todo ser humano, está relacionada à intimidade, a afetividade, ao carinho, a ternura, a uma forma de expressão de sentir e expressar o amor humano através das relações afetivo-sexuais. Sua presença está em todos os aspectos da vida humana desde a concepção até a morte, manifestando-se em todas as fases da vida, infância, adolescência, fase adulta, terceira idade; sem distinção de raça, cor, sexo, deficiência, etc.; além de que não está apenas nos aspectos genitais, mas sendo considerada como uma das suas formas de expressão humana, porém nunca como forma isolada, como um fim em si mesma.
Conceito sobre sexualidade e pessoas com autismo
Aspectos do desenvolvimento
Perguntas e respostas sobre o desenvolvimento da sexualidade
Namoro
Gravidez
A identidade Adulta das pessoas com autismo
Métodos Anticoncepcionais
Casamento
Manejo das situações de impasse e ou conflituosas
Orientação aos pais e profissionais
24. SEXUALIDADE PARA ADOLESCENTES, ORIENTAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES
Desenvolvimento do tema:
A sexualidade é parte integrante de todo ser humano, está relacionada à intimidade, a afetividade, ao carinho, a ternura, a uma forma de expressão de sentir e expressar o amor humano através das relações afetivo-sexuais. Sua presença está em todos os aspectos da vida humana desde a concepção até a morte, manifestando-se em todas as fases da vida, infância, adolescência, fase adulta, terceira idade; sem distinção de raça, cor, sexo, deficiência, etc.; além de que não está apenas nos aspectos genitais, mas sendo considerada como uma das suas formas de expressão humana, porém nunca como forma isolada, como um fim em si mesma.
Conceito sobre sexualidade da infância a idade adulta
Aspectos do desenvolvimento
Perguntas e respostas sobre o desenvolvimento da sexualidade
Namoro
Gravidez
A identidade Adulta
Métodos Anticoncepcionais
Casamento
Manejo das situações de impasse e ou conflituosas
Orientação aos pais e profissionais
25. SEXUALIDADE DA PESSOA COM DEFICIENCIA INTELECTUAL
Desenvolvimento do tema:
A sexualidade é parte integrante de todo ser humano, está relacionada à intimidade, a afetividade, ao carinho, a ternura, a uma forma de expressão de sentir e expressar o amor humano através das relações afetivo-sexuais. Sua presença está em todos os aspectos da vida humana desde a concepção até a morte, manifestando-se em todas as fases da vida, infância, adolescência, fase adulta, terceira idade; sem distinção de raça, cor, sexo, deficiência, etc.; além de que não está apenas nos aspectos genitais, mas sendo considerada como uma das suas formas de expressão humana, porém nunca como forma isolada, como um fim em si mesma.
Conceito sobre sexualidade e pessoas com deficiência intelectual
Aspectos do desenvolvimento
Perguntas e respostas sobre o desenvolvimento da sexualidade
Namoro
Gravidez
A identidade Adulta das pessoas com deficiência intelectual
Métodos Anticoncepcionais
Casamento
Manejo das situações de impasse e ou conflituosas
Orientação aos pais e profissionais
26. TECNOLOGIA ASSISTIVA E COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA
Desenvolvimento do tema:
Conceito: a tecnologia assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover Vida Independente e Inclusão.
Tipos de tecnologia assistiva: recursos e serviços
Objetivos
Classificação da tecnologia assistiva
Atuação
A área da tecnologia assistiva que se destina especificamente à ampliação de habilidades de comunicação é denominada de Comunicação Alternativa
Conceito: A comunicação alternativa destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever.
Tipos de comunicação alternativa
Objetivos
Recursos de alta tecnologia
Recursos de baixa tecnologia
Atuação
27. TORNANDO AS ESCOLAS INCLUSIVAS
Harmonia na diversidade
Visa à plena realização do homem em todos os seus aspectos e à sua sobrevivência.
Educação com caráter inter e transdisciplinar e permanentemente voltada para o futuro, com a preocupação de construir valores e conhecimentos para a tomada de decisões adequada à preservação do sujeito, da sociedade e do ambiente humano.
Dispositivos para mudar a escola
Implantação de um sistema inclusivo
Redes de apoio
A comunidade